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Ouch! O último update da Apple quebra o Java no OS X Leopard. Como eu acabei de gastar quase uma hora para consertar a caquinha, achei uma boa compartilhar o fix com os caléga.

Se você está setando o seu JAVA_HOME para /usr (como qualquer pessoa normal que use Linux, Solaris, *BSD e qualquer outro sistema *nix minimamente sensato), seu Java vai quebrar. No lugar disso, altere o valor no seu ~/.profile para:

export JAVA_HOME=/System/Library/Frameworks/JavaVM.framework/Versions/CurrentJDK/Home

Molinho de lembrar, né? Eu acho lindo como a Apple sempre facilita a vida dos usuários! </sarcasm>

UPDATE: O java ainda quebra no Snow Leopard, mas por outro lado esse fix ainda funciona.

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Eu não ia no Social Media Brasil. Tinha visto o line-up de palestras e não vi nada que parecesse interessante o bastante para valer o preço da inscrição. De fato, muito pelo contrário: tirando pela programação o certo seria eles me pagarem, já que o evento pareceu uma grande desculpa para os palestrantes fazerem jabá incessantemente.

Mas alguns amigos cariocas vieram para o #smbr, e óbvio que tudo é desculpa para um chopp. Sexta-feira eu estava trabalhando e fui só para o happy-hour, mas sábado acabei ficando com a credencial do @Raissuli (valeu, rapá!), que precisou voltar mais cedo para o Rio. A Renata também conseguiu uma credencial com a @ferabreu e lá fomos nós conferir o evêinto.

Como de praxe, a internet não funcionava direito. Aliás eu não lembro de nenhum evento de internet/mídia que tivesse internet decente. Acho isso absolutamente inexplicável, já que acontecem inúmeros eventos desse tipo durante o ano e todas as pessoas da organização já devem ter passado por isso como público em outras ocasiões. Alguém já devia ter aprendido a lição.

Mas enfim, as palestras. Pelo que ouvi falar sobre o primeiro dia, minhas impressões foram absolutamente corretas. Já sobre o segundo dia… eu estava certo também. Não é que fosse jabá o tempo todo, mas digamos que o nível jabazístico ficou na casa dos 90%. Isso não me surpreendeu – eu não paguei para ir no evento exatamente por isso – mas cabe perguntar se quem pagou acredita que recebeu alguma informação relevante.

De qualquer forma, fiz algumas anotações (offline, óbvio) durante as palestras que vi. Como ainda é impossível twittar sem internet (ah, mas algum dia vai ser telepático!), colei tudo aí embaixo para deleite de meus 17 leitores.

  • Internet = bitchun society. É tudo uma meritocracia. Só não vê quem não quer – e muita gente faz questão de não ver.

  • Os palestrantes estão desesperados para mostrar que eles sabem o que estão fazendo, mas estão completamente perdidos – tanto quanto a parcela do público que acredita estar absorvendo algum conteúdo relevante.

  • Na verdade social media é bem simples, mas envolve o que as empresas mais têm medo de fazer: dar espaço para o cliente falar mal delas em público.

  • Mais do que nunca, as pessoas são incrivelmente fúteis e superficiais, a ponto de comprar um programa de iPhone para decidir qual presente de natal comprar. Esqueci de mencionar preguiçosas porque fiquei com preguiça.

  • Finalmente alguém percebeu o óbvio: não existe essa coisa de “tirar um vídeo do youtube”. (ver: Cicarelli)

  • A tendência agora é big bucks para produzir programas fodas para serem veiculados na internet. Não vale mais a pena comprar mídia na tv. Well, duh.

  • Falaram “dna da marca” – vou gritar bingo!

  • Empresários aprendam: se alguém da sua empresa vai fazer uma palestra, tenha certeza de que essa pessoa fala bem em público (sim, estou falando da palestra de encerramento).

É isso. E se você não sabe muito bem sobre o que eu falei nesse post… bem… sorte sua. :-)

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A Microsoft liberou esses dias o release candidate do Windows 7 – publicamente e de graça, assim como já havia feito com as versões beta anteriores. Mas esse RC contém uma surpresinha desagradável: depois do dia 1º de março de 2010, 3 meses antes do RC expirar, ele vai passar a desligar o computador do usuário a cada 2 horas.

Pra variar, quando a esmola é demais, o santo desconfia. É óbvio que se trata de uma versão de testes e é claro que eles têm todo direito de cobrar pelos seus produtos – é assim que o capitalismo funciona! – mas a Microsoft, como sempre, errou a mão. Aliás, o grande problema da MS é errar a mão sistematicamente. Esqueça por um momento a questão da (falta de) qualidade dos produtos deles; vamos nos focar no tratamento dispensado aos usuários.

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Vi hoje.

Live long and prosper.

Isso é tudo que eu tenho a dizer. :-)

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Essa é para a massa blogueira dizáin. Estou brincando com o tema Sandbox do Wordpress para dar uma renovada na cara do meu podcast e fazer um outro projetinho de blog aí.

O projetinho de blog é em português, então tive que criar um arquivo de tradução pt_BR para o Sandbox 1.6. Como a versão atual do tema está vindo sem essa tradução, estou publicando os arquivos aqui para quem estiver interessado.

Sandbox 1.6 – Arquivos pt_BR.po e pt_BR.mo

Para que a tradução funcione, basta colocar o arquivo pt_BR.mo na raiz do tema. Caso o seu servidor não esteja configurado para usar português como língua padrão (caso mais comum), você vai precisar editar o arquivo wp-config.php e alterar a linha:

define ('WPLANG', '');

para

define ('WPLANG', 'pt_BR');

O arquivo pt_BR.po contém a fonte da tradução, para quem quiser ou precisar fazer alguma alteração. A melhor maneira de editar esses arquivos é usando o Poedit, que existe para todos os sistemas operacionais (só os que importam; não vi uma versão para MSX lá).